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17/01/11

Jogo Batalha da Energia

A ENA – Agência de Energia e Ambiente da Arrábida, em parceria com a empresa Ydreams, desenvolveu um jogo para computador denominado “Batalha da Energia”. 

Neste jogo, o utilizador é convidado a desenvolver um conjunto de actividades que promovem a eficiência energética e a racionalidade no consumo de energia em ambiente doméstico. O cenário do jogo é uma casa de dois andares onde habitam, para além do jogador, o pai, a mãe e o irmão com comportamentos energéticos muito pouco racionais.

O objectivo do jogo é elevar a eficiência do consumo de energia em casa. Para tal, o jogador deve corrigir os maus hábitos de consumo das restantes personagens e, assim, conquistar créditos. Sempre que o telefone tocar, o jogador deve “atender” e responder correctamente às perguntas colocadas (relacionadas com o tema de energia) e, assim, arrecadar ainda mais créditos. Os créditos acumulados podem ser trocados por electrodomésticos ou equipamentos que elevam o desempenho energético da casa e da família, devendo o jogador dirigir-se à loja online que o jogo contém. A progressão no jogo pode ser acelerada pela utilização de alguns códigos, publicados no site do jogo, que permitem aceder a equipamentos como micro-eólicas com grande impacto no desempenho energético da habitação.

De forma muito resumida, este é o jogo da “Batalha da Energia”, mas, mais que o jogo, o que importa é a sensibilização e promoção de uma eficiência energética que cada um de nós pode e deve implementar no nosso dia-a-dia ao corrigirmos velhos hábitos de deixar a luz acesa quando saímos da nossa sala em conjunto com a televisão, os aparelhos que deixamos em stand-by, a porta do frigorífico sempre a abrir e fechar, o ar condicionado mal regulado, as luzes acesas durante o dia em vez de janelas abertas aproveitando a luz solar, a aquisição de novos electrodomésticos tendo em conta a sua categoria de eficiência energética (sendo mais caros, à partida justificam contudo o seu investimento pela sua real eficiência energética e menores consumos).

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27/09/09

Painéis Solares Térmicos

Quanto poupo se instalar um painel solar térmico?

Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da energia necessária para o aquecimento de água que usamos em casa.

Quando terei retorno do investimento num painel solar térmico?

Dependendo da dimensão e do uso da instalação, o painel solar térmico é amortizado mais de 6 a 7 anos. Considerando o incentivo existente, o tempo de retorno poderá ser de apenas 4 anos.

Vivo numa zona do país que não tem muito sol. Faz sentido instalar um painel solar térmico?

Portugal, independentemente da região, é um dos países da Europa com melhor recurso solar, sendo sempre vantajosa a instalação de energia solar térmica. Nas zonas do Alentejo e Algarve a radiação solar atinge níveis ainda mais elevados.

Qual a diferença entre o sistema termossifão e o sistema de circulação forçada?

O sistema termossifão é composto por um depósito por cima do painel, o investimento é mais baixo e a instalação mais simples. Funciona de forma autónoma, sem recurso a bomba auxiliar. O sistema de circulação forçada tem um rendimento superior e prevê um depósito no interior do edifício. Para quem se preocupa com a estética do painel e do edifício, é uma boa solução, dado que possibilita uma melhor integração arquitectónica.

Ainda preciso de gás ou electricidade depois de adquirir um painel solar térmico?

Sim, mas só como apoio ao sistema solar. O sistema será instalado dando prioridade ao Sol garantindo que toda a energia gratuita é aproveitada permitindo assim que a redução possa atingir os 80% (considerando um ano de utilização) e que durante os meses de Verão a energia de apoio (gás ou electricidade) não seja sequer consumida.

Durante o Inverno, se a temperatura da água quente do painel não for suficiente, posso usar o meu esquentador actual para garantir o resto do aquecimento?

Sim, o sistema será instalado prevendo essa situação, e o esquentador entrará em funcionamento automaticamente gastando apenas o gás necessário em cima da água pré-aquecida, para atingir a temperatura pretendida.

Em dias com pouco Sol ou no Inverno os painéis solares térmicos funcionam?

Sim. Em média, a energia solar disponível no Inverno fornece cerca de 60% das necessidades. Quando não há Sol suficiente, o sistema de apoio entra em funcionamento.

Qual o tempo de vida dos painéis solares térmicos?

Os sistemas solares térmicos são feitos para durar cerca de 20 anos, com poupança de energia e cuidando do ambiente. Contudo necessitam de uma manutenção preventiva anual, para que durem o tempo previsto sem perderem eficiência.

> Painéis Solares Térmicos
> Água Quente Solar
> Programa de incentivo à utilização de energias renováveis
> Estratégia Nacional para a Energia
> Intervenção do Primeiro-Ministro em 11-02-2009
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A Luz Certa em Sua Casa


No âmbito das iniciativas previstas no Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética e no programa de Certificação Energética e Ar Interior nos Edifícios, encontra-se disponível a publicação "A luz certa em sua casa", que pretende divulgar as melhores práticas na utilização de iluminação eficiente, de modo a diminuir o consumo de energia na iluminação doméstica.

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Simulador de Eficiência Energética


A Agência para a Energia disponibilizou um simulador de eficiência energética, o CasA+, que permite efectuar uma avaliação das casas, em termos de eficiência energética e de impacto ecológico.

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13/06/09

Casa Eficiente



Acção conjunta da EDP e do National Geographic Channel que pretende sensibilizar os cidadãos de todas as idades para um maior aproveitamento energético dentro das suas próprias casas.

> Edifício Solar XXI (PDF)
> Edifício Solar XXI (PowerPoint)
> Guia de Eficiência Energética (PowerPoint)
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12/10/08

Renováveis na Hora: Microprodução de Electricidade e Água Quente Solar em Portugal

A energia solar assume uma enorme importância num país como Portugal onde o número total de horas de sol é um dos mais elevados da Europa.

A microprodução (microgeração) de electricidade tem vantagens muito importantes porque aproxima a produção dos locais de consumo, contribuindo para a redução das perdas na rede de distribuição, proporciona uma maior produção de electricidade por fontes de energias renováveis (como o Sol), e permite aos cidadãos produzirem em casa a energia eléctrica que consomem e até venderem o excesso de energia produzida.

Os consumidores domésticos que queiram vir a produzir e vender electricidade podem fazê-lo através do programa
Renováveis na Hora.

Numa primeira fase, os 10 MW de potência do chamado regime bonificado (abrangendo cerca de 2700 instalações) serão remunerados a 65 cêntimos por cada kwh produzido, sendo que nos seguintes 10 MW a tarifa já desce 5%. Isto no caso da produção de electricidade a partir de sistemas fotovoltaicos (painéis solares fotovoltaicos), já que a electricidade produzida por micro-aerogeradores (geradores eólicos) é remunerada sempre a 70%.

Para um sistema de 3,45 kW baseado exclusivamente em electricidade produzida através de um sistema fotovoltaico, o investimento é de cerca de 20 mil euros e o retorno do investimento é de cerca de 7/8 anos.



Um objectivo também presente o programa Renováveis na Hora é o de fomentar o uso da água quente solar em casa, sendo que a instalação de painéis solares térmicos é uma obrigação a ter de ser cumprida para se aceder ao regime bonificado de produção de electricidade.

A energia solar pode ser aproveitada para a produção de electricidade mas assume uma relevância muito grande na produção de água quente sanitária ou em equipamentos como piscinas, substituindo o recurso à queima de combustíveis fósseis para aquecimento da água e evitando assim emissões de dióxido de carbono.


O recurso à água quente solar pode significar uma poupança anual por família de aproximadamente 1000 kWh/ano, representando em média cerca de 20% do consumo total da família em electricidade e gás, o que multiplicado por cerca de 3,6 milhões das famílias existentes no país representa 3600 GWh por ano.

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13/04/08

Energias Renováveis em Portugal

Portugal está hoje na linha da frente europeia na área da Energia. As nossas metas de eficiência energética, de utilização de biocombustíveis e de energias renováveis são mais ambiciosas do que as próprias metas europeias. Em 2006, fomos o país da União Europeia que mais cresceu na produção de energia eólica. Em 2007, 40% da electricidade produzida em Portugal teve já origem em fontes renováveis. Segundo o Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética, Portugal deve reduzir em 10% o consumo de energia até 2015.

Brevemente serão construídas novas barragens (centrais hidroeléctricas) em Portugal, no âmbito do Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hídrico: as barragens de Pedroselos, Gouvães, Daivões, Alto Tâmega, Pinhosão, Girabolhos, Fridão, Alvito, Almourol e Foz Tua.

O investimento de Portugal nas energias eólica e hidroeléctrica é importante porque reforça a segurança nacional e a protecção do ambiente, diminuindo a dependência externa de energia e a emissão de gases com efeito de estufa.

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> Ler a Estratégia Nacional para a Energia

05/01/08

A Política Energética Portuguesa e as Energias Renováveis


No âmbito das energias renováveis, Portugal é uma importante referência a nível europeu:
  • Com o objectivo em 2010 de 45% da electricidade consumida ter origem em fontes de energia renováveis, tem a 3ª meta mais ambiciosa entre os Estados Membros nesse domínio;
  • Já atingiu a meta europeia* de 10% de biocombustíveis no total de combustíveis rodoviários;
  • Foi o país no qual a energia eólica mais cresceu em 2005 e o segundo em 2006, sendo já o 5º Estado Membro a nível de capacidade eólica instalada com cerca de 2000 MW;
  • Tem em fase de conclusão a instalação da maior central fotovoltaica do mundo, em Moura, e do primeiro parque mundial de energia das ondas, na Póvoa do Varzim.

* Metas da União Europeia até 2020:
  • 20% da energia primária deve ter origem em fontes renováveis (por ex., o Sol, vento, água, ondas e biomassa);
  • 10% de biocombustíveis no total de combustíveis rodoviários.
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> Política Energética Portuguesa
> Portal das Energias Renováveis
> Energias Renováveis

02/01/08

Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH)


Publicado em Novembro de 2007, o PNBEPH tem como objectivo identificar e definir prioridades para os investimentos a realizar em aproveitamentos hidroeléctricos (barragens), entre 2007 e 2020, de modo a se atingir uma capacidade instalada hidroeléctrica nacional superior a 7000 MW em 2020.

Os novos grandes aproveitamentos hidroeléctricos a implementar deverão assegurar valores de potência instalada adicional da ordem de 2000 MW, contribuindo desta forma para o cumprimento do objectivo energético estabelecido pelo Governo para o ano 2010 (45% da energia eléctrica consumida deve ter origem em fontes renováveis), bem como para a redução da dependência energética nacional e para a redução das emissões de CO2.

> Ler +
> Barragens de Portugal
>
Lista de barragens em Portugal (Wikipédia)
> Comissão Nacional Portuguesa das Grandes Barragens

02/09/07

Quantos balões negros liberta a sua casa?


Cada um destes balões negros representa 50 g de gases com efeito de estufa. Não os podemos ver, mas produzimos estes gases cada vez que gastamos energia. Num ano, uma casa produz cerca de 12 toneladas (24.000 balões) de gases com efeito de estufa.

Poupe energia e poupe dinheiro. Além disso, reduz o impacto humano sobre as alterações climáticas. Estas já estão a ocorrer e nós temos o poder para as impedir.

Visite os sites The Alliance for Climate Protection e Sustainability Victoria.

01/09/07

Consumo de energia eléctrica nas habitações

Nos últimos anos temos assistido a uma melhoria do desempenho energético dos equipamentos eléctricos domésticos e dos equipamentos de iluminação, em consequência da utilização da etiqueta energética.

No entanto, verificou-se na última década um crescimento anual médio de 2% no consumo de energia eléctrica no sector residencial da UE-25.

Algumas das razões que sustentam este crescimento no consumo de energia eléctrica relacionam-se com a melhoria das condições de conforto (particularmente nos novos países da UE) e com a utilização de novos equipamentos de entretenimento, cuja penetração apresenta um ritmo muito acelerado nos anos mais recentes.

O projecto REMODECE (Residential Monitoring to Decrease Energy Use and Carbon Emissions in Europe) pretende contribuir para o conhecimento mais detalhado da forma como se processa o consumo de energia eléctrica nas habitações da UE-25+2. Este projecto permitirá avaliar o potencial de economias de energia eléctrica existentes no sector residencial na Europa, pela utilização de equipamentos energeticamente mais eficientes e/ou pela eliminação/redução dos consumos de stand-by.

Neste sentido, e com o intuito de obter dados nacionais, a ADENE (Agência para a Energia) lançou um questionário que visa a caracterização dos consumos de energia eléctrica no sector residencial. > Ler + (ver também o site Ecocasa)

12/08/07

Partindo lâmpadas incandescentes



As lâmpadas incandescentes consomem muito mais energia do que as lâmpadas economizadoras (ou de baixo consumo), contribuindo para o aquecimento global. Além disso, 90% da energia que consomem é transformada em calor e apenas 10% é transformada em luz.

A Greenpeace realizou uma acção simbólica em Berlim, onde partiu alguns milhares de lâmpadas incandescentes (ver vídeo). Parta também as suas lâmpadas incandescentes e compre lâmpadas economizadoras! Saiba que tipo de lâmpadas pode comprar, consultando o site topten.pt.

Clique na imagem e assine a petição para acabarmos com as lâmpadas incandescentes: Não se esqueça que nós podemos parar o aquecimento global.

07/07/07

Eles tiveram uma nova ideia brilhante

Arquimedes teve uma nova ideia brilhante:


Newton teve uma nova ideia brilhante:


Einstein teve uma nova ideia brilhante


> Vídeos da campanha 7 steps (7 passos) da Greenpeace.
Troque as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras, poupe energia e contribua para parar o aquecimento global.

05/06/07

Guia da Eficiência Energética

O acesso à energia é fundamental para o desenvolvimento das sociedades. No entanto, a maior parte da energia usada no mundo provém de combustíveis fósseis (como o carvão, o gás natural ou o petróleo), cujas reservas têm vindo a diminuir. Além disso, a utilização intensiva destes combustíveis fósseis aumenta a concentração de dióxido de carbono na atmosfera, contribuindo para o aquecimento global do planeta. É o chamado efeito de estufa.

O nosso estilo de vida e o nosso futuro podem estar ameaçados se não encontrarmos novas soluções. Assim, no Dia Mundial do Ambiente (5 Junho), tal como nos outros dias do ano, poupe energia e utilize fontes de energia renováveis, como o Sol, o vento ou a água. O ambiente e a sua carteira agradecem! Para saber como, consulte o excelente guia da EDP, cujo índice é o seguinte:
I. A energia é tudo
1. Formas de energia
2. Fontes de energia
3. O ciclo da energia
4. O impacte da energia no ambiente
5. O consumo de energia do mundo
6. O consumo de energia em Portugal
II. A eficiência energética no dia-a-dia
1. Top 10 da eficiência energética
2. Dicas para uso eficiente de energia
2.1. Na habitação
2.2 Na construção
2.3. Na valorização de resíduos
2.4. Nos transportes
III. Glossário

04/06/07

Pequenos Gestos Fazem a Diferença





> Visite a secção "Sustentabilidade" do site da EDP

> Visite também o portal ECO da EDP:

30/05/07

O Top 10 da Eficiência Energética




A EDP e a Quercus implementaram em Portugal o site topten.pt que pretende ajudar os consumidores na escolha dos equipamentos que consomem menos energia, divulgando os dez produtos mais eficientes em termos energéticos que há no mercado, tais como electrodomésticos, lâmpadas e automóveis. Este site pretende mostrar aos consumidores que têm um papel importante no combate às alterações climáticas e incentivar a melhoria da eficiência energética dos equipamentos fabricados. > Ler +

08/04/07

Casas Ecológicas

O consumo de fontes de energia não renováveis (por ex., o carvão e o petróleo), provoca a libertação de gases com efeito de estufa (por ex., o dióxido de carbono - CO2), que são responsáveis pelo aquecimento da Terra (aquecimento global) e por alterações do clima (por ex., secas no Sul da Europa e inundações no Norte da Europa).

O sector doméstico (das casas) é responsável por grande parte da libertação de gases com efeito de estufa, que poderá ser minimizada se as casas forem construídas de modo a serem energeticamente eficientes, se utilizarmos fontes de energia renováveis e se pouparmos energia. Além disso, o sector da construção em Portugal é responsável pelo consumo de cerca de 20% da energia total do país, gera grandes quantidades de resíduos e de CO2, e consome grande parte dos recursos naturais.

No âmbito do Protocolo de Quioto, Portugal tinha permissão para aumentar a libertação de gases com efeito de estufa em 27%, em relação a 1990, mas em 2007 ultrapassou esse valor em cerca de 13%. Por isso, todos nós devemos contribuir para a redução da libertação de gases com efeito de estufa, quando decidimos comprar, construir ou viver numa casa ecológica, usando a energia de um modo eficiente, através das seguintes atitudes ecológicas:
  • Escolher uma casa que cumpra a etiqueta de eficiência energética e as técnicas de construção sustentáveis;
  • Instalar nas casas materiais isoladores (por ex., vidros duplos e borrachas nas portas e janelas);
  • Utilizar gás natural (apesar de ser uma fonte de energia não renovável, a sua utilização liberta menos CO2);
  • Utilizar lâmpadas economizadoras de energia (por ex., uma lâmpada economizadora de 11W pode durar 6.000 h e corresponde a uma lâmpada normal de 60W que pode durar apenas 1.000 h);
  • Desligar as luzes e os electrodomésticos (incluindo a luz de presença ou standby) quando não são necessários;
  • Utilizar as máquinas de lavar com a carga máxima;
  • Instalar nas casas equipamentos de energias renováveis (por ex., painéis solares térmicos e fotovoltaicos).

Para mais informações consultar os seguintes sites:

> DGGE (Direcção Geral de Geologia e Energia)
> ADENE (Agência para a Energia)
> EDP (Energias de Portugal)
> Sociedade Portuguesa de Energia Solar
> Portal das Energias Renováveis
> Energias Renováveis em Portugal
(dossiê temático do site Educação da Texto Editores)
> Ecocasa
> Troque de Energia (produtos em energias renováveis)
> Naturlink
> Carbon Force (projecto escolar sobre as alterações climáticas)
> Campanha Europeia de Energia Sustentável 2005-2008
> Intelligent Energy Europe
> An Inconvenient Truth (filme/documentário UMA VERDADE INCONVENIENTE, com Al Gore, sobre as alterações climáticas)

Fonte: Quercus

A Nuvem

“A Nuvem”, um filme alemão, realizado por Gregor Schnitzler e baseado no bestseller de Gudrun Pausewang, procura retratar a angústia, o desespero e a incapacidade de lidar com um acidente nuclear, mesmo num país como a Alemanha:

Um acidente numa central nuclear perto de Frankfurt lança o pânico no país. Uma gigantesca nuvem radioactiva foi libertada e avança em direcção à cidade de Schlitz. Toda a população que vive nos arredores da central nuclear fica imediatamente contaminada e rapidamente morrem 38.000 pessoas. Todos os que vivem um pouco mais afastados tentam fugir. Entre eles está uma rapariga de 16 anos, Hannah e o namorado Elmar. À medida que a lei e a ordem deixam de existir, eles tentam escapar da zona de perigo. Enquanto Elmar consegue fugir à última hora, Hannah fica para trás - e fica contaminada. No entanto, o seu amor, tão forte quanto profundo, volta a juntá-los: Elmar localiza Hannah na secção de quarentena de um sanatório. Beijam-se, abraçam-se e fazem amor. Elmar rapidamente se apercebe que também ele ficou contaminado. No entanto, por mais desesperada que a situação possa aparentar, o seu amor ajuda a superar todos os obstáculos. Eles podem não viver para sempre, podem continuar a lutar por um pouco de esperança e felicidade, mas, no fim, sabem que uma vida mais curta mas preenchida com amor verdadeiro é mais do que a maior parte das pessoas jamais viverá...

Este filme poderá contribuir de forma construtiva para o debate em torno das ameaças inerentes à energia nuclear, ameaças tantas vezes rotuladas de probabilidade baixa, mas que não deixam de existir e de poder marcar profundamente o mundo se se concretizarem.

Fonte: Quercus
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